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Podcast: Como promover a filantropia através da colaboração

A Taproot é uma organização não governamental que seleciona milhares de profissionais para tarefas não lucrativas através de um programa premiado e de parcerias com empresas.

Nesse podcast do Social Innovation Conversations, promovido pela Universidade de Stanford, o fundador da ONG, Aaron Hurst, conversa sobre o surgimento da iniciativa e como ela conseguiu criar um modelo de colaboração que atravessa diversos setores.

Ele discute como entidades sem fins lucrativos podem beneficiar de subsídios e oferece a sua visão para a organização.

- Ouça o podcast na íntegra (em inglês) -

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Encontro discute economia criativa em Pernambuco

Uma arena de pensamentos, imaginação e inovações pautadas na economia criativa. É assim como pode ser visto o Encontro Criativo 2011, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco e Secretaria de Cultura/Fundarpe, entre os dias 12 e 14 deste mês, no Teatro Hermilo Borba Fillho, no Bairro do Recife.

FICHA DE INSCRIÇÃO

“O encontro servirá para reflexão e debate sobre o futuro das nossas cidades e sobre como vamos construir esse futuro. Para isso vamos apresentar um modelo diferente de palestra, onde o público vai interagir com os convidados, fazendo parte da conversa”, adianta Luciano Gonçalo, coordenador de Economia da Cultura da Secretaria de Cultura.

Ao longo de três dias, governo e sociedade civil estarão integrando-se para a construção de cenários criativos, reunindo artistas, empreendedores e gestores públicos. Entre outros temas a serem debatidos estão Consumo e demanda de produtos culturais, formação, inclusão e diversidade modelando novos cenários; Fomento, sustentabilidade, financiamento. Como estimular a cultura empreendedora e a profissionalização; e Bacias criativas, consórcio de municípios para o desenvolvimento da economia criativa no interior.

“Acreditamos cada vez mais no potencial de contribuição das cadeias produtivas criativas para o desenvolvimento sustentável do nosso estado”, acentua Luciano Gonçalo. “Será um encontro com o olhar para o futuro, do nosso estado e do Brasil”.

Potencial individual

Diferentemente da economia tradicional, de manufatura, agricultura e comércio, a economia criativa, essencialmente, foca no potencial individual, na imaginação e na capacidade intelectual para o desenvolvimento de algo que gere renda. Grande parte dessas atividades vem do setor de cultura, moda, design, música e artesanato. Outra parte é oriunda do setor de tecnologia e inovação, como o desenvolvimento de softwares, jogos eletrônicos e aparelhos de celular.

Para debater estes conceitos incluídos na definição de economia criativa, estarão no encontro, entre outros, palestrantes como Álvaro Santi, coordenador do Observatório da Cultura de Porto Alegre; Júlia Zardo, mestre em mídas e mediações socioculturais pela Escola de Comunicação Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Lala Deheinzelin, uma das especialistas mundiais em economia criativa, sustentabilidade e futuros devido a um raro perfil transdisciplinar conduzindo ao desenvolvimento de metodologias próprias e Paulo Miguel, doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea e professor do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da Universidade Federal da Bahia.

No Brasil e no mundo

De acordo com o Relatório de Economia Criativa 2010, produzido pela Unctad – Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento, apesar de uma queda de 12% no comércio global em 2008, os serviços e bens da economia criativa cresceram até 14%. Segundo ainda o relatório, a China é o país com mais produção na economia criativa seguida pelos Estados Unidos e Alemanha.

O Brasil ainda não se encontra entre os 20 maiores produtores do setor, em nível internacional. No entanto, com base em dados do IBGE, é possível concluir que o setor representa 4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que foi da ordem de R$ 2,4 trilhão em 2007. Pensando na necessidade de informações sobre o setor devido ao seu potencial, foi implementada em janeiro de 2011 a Secretaria da Economia Criativa sob o comando do Ministério da Cultura.

 

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Vai uma corridinha cultural?

O Táxi Cultural, um dos projetos do InterCidadania, virou documentário!

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Compostagem Empresarial da Morada da Floresta no Mackenzie (SP)

Olha que boa solução para os Campus Universitários do Brasil!
A Morada da Floresta instalou um sistema de compostagem para grandes volumes na Universidade Mackenzie em São Paulo/SP. O sistema será usado para compostar parte dos resíduos produzidos na praça de alimentação do Campus de São Paulo, além de produzir adubos naturais (húmus de minhoca e biofertilizante líquido) que serão usados na horta medicinal e na Horta de Educação Ecológica da Universidade.
Quem quiser mais informações sobre o sistema acesse o link abaixo:
http://www.moradadafloresta.org.br

 

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Imagens e Edição por Gabriel Morales
http://graviolavideos.wordpress.comwatch?v=NwBp1FjR6DY&feature=player_embedded

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Direitos Humanos nas Empresas

No último dia 7 de novembro, o InterCidadania participou do Seminário “Responsabilidade Social Empresarial e Direitos Humanos: Desafios e Oportunidades” realizado pelo Instituto Ethos, a Embaixada da Holanda e a organização holandesa ICCO-Kerk in Actie. No evento, que aconteceu no Auditório da Gerência de Gestão de Pessoas do Banco do Brasil – Gepes Recife, o IC participou como parceiro do Instituto Ethos no trabalho de divulgação e registro audiovisual.

Na abertura do evento esta vídeo mensagem do representante especial da Organização das Nações Unidas – ONU para o tema Empresas e Direitos Humanos, John Ruggie, foi apresentada.

Na mensagem, Ruggie apresenta dados significativos sobre o abuso de empresas multinacionais (marcas bem conhecidas!) aos Direitos Humanos.

O vídeo está no iTeia e postamos aqui para vocês. Confiram!

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Ações imediatas são necessárias para preservar as florestas do planeta

Durban, África do Sul – É possível reduzir o desmatamento a perto de zero até 2020. No entanto, se não forem tomadas medidas concretas ao longo da próxima década, poderemos chegar a 2030 com o dobro das áreas já destruídas.

Segundo o último capítulo do Relatório Florestas Vivas (Living Forests Report), produzido pela Rede WWF, existe um grande risco de perdermos cerca de 56 milhões de hectares de florestas até 2020. O capítulo do Relatório, intitulado “Florestas e Clima”, indica que, caso os países atrasem a adoção de medidas necessárias para a redução do desmatamento, o mundo poderá perder mais de 124.7 milhões de hectares até 2030.

Essas florestas são vitais para o bem-estar de pessoas e da vida selvagem, e também para o clima porque o desmatamento é uma fonte importante de gases de efeito estufa, que agravam o aquecimento global. Atualmente, estima-se que até 20% da emissão total de carbono vêm do desmatamento e da degradação florestal – mais do que o total de emissões do setor de transportes.

O relatório da Rede WWF afirma que a redução do desmatamento a quase zero significaria praticamente eliminar uma das principais fontes de gases de efeito estufa, mas retardar essa redução até 2030 representaria um risco de emissões de dezenas de bilhões de toneladas carbono na atmosfera, sem incluir as perdas com a degradação florestal ou o carbono retido nos solos.

“Nossas florestas estão desaparecendo enquanto nós debatemos sobre como salvá-las”, afirmou Bruce Carbale, líder da Iniciativa Floresta e Clima da Rede WWF. “Essa perda continuada de florestas terá consequências severas para o clima global, para a natureza e para os meios de vida de bilhões de pessoas. A mensagem é clara: precisamos agir agora para proteger as florestas do mundo de uma vez por todas ou vamos perdê-las para sempre”.

Código Florestal

O relatório Florestas Vivas não considerou em seus cenários a alteração do Código Florestal brasileiro. Infelizmente, a Comissão de Meio Ambiente do Senado conseguiu adequar o texto a ponto de evitar a anistia a quem desmatou ilegalmente e a proteção da vegetação natural em áreas sensíveis, como as áreas de preservação permanente ao longo dos rios, em encostas íngremes e em topos de morro. Além disso, milhares de propriedades no Brasil ficarão isentas de proteger ou recompor a vegetação em Reserva Legal.

“O cenário ainda é crítico, como apontado pelas análises do Observatório do Clima e do IPEA”, afirmou Carlos Rittl, coordenador do Programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil. “Estamos a ponto de desproteger uma área de até 79 milhões de hectares. Além de ser uma tragédia para as florestas e para a biodiversidade no Brasil, a perda da vegetação natural original e a não recomposição do que foi desmatado ilegalmente poderia resultar em um balanço negativo de emissões de uma ordem de até 29 GTCO2e, o que claramente inviabiliza o alcance das metas brasileiras de redução de emissões para 2020”, acrescentou Rittl.

“Com aprovação do regime de urgência e o acordo no Congresso em torno do relatório que tramita no Senado, governo e parlamentares dão uma mensagem em desacordo com a opinião da maioria dos brasileiros – que são favoráveis à conservação da natureza e contrários às mudanças no Código Florestal – e se colocam na contra-mão da história”, concluiu Rittl.

COP17
De acordo com a Rede WWF, as negociações de clima das Nações Unidas, que começam na segunda-feira (28) na África do Sul, são uma oportunidade importante para os governos do mundo unirem esforços para interromper o processo global de perda de florestas. Nessas negociações, serão acordados os detalhes de um esquema pelo qual os países desenvolvidos pagarão aos países em desenvolvimento para não derrubarem suas florestas.

Esse esforço, conhecido como REDD+, é uma oportunidade única para combater simultaneamente as mudanças climáticas e a destruição florestal. Progresso considerável foi feito na negociação até agora, mas é preciso avançar. Para a Rede WWF, os governos devem se comprometer com uma meta global para diminuir o desmatamento na escala e ritmo necessários. O Relatório Florestas Vivas aponta que atingir desmatamento zero até 2020 não será possível sem o REDD+.

O WWF está solicitando aos negociadores presentes à COP17 que apoiem uma meta ambiciosa de desmatamento perto de zero até 2020. O Relatório Florestas Vivas mostra que essa meta pode ser atingida por meio de melhor governança – planos de uso sustentável da terra, melhor aplicação da lei, sistemas de propriedade de terras aprimorados, gestão transparente e inclusiva e mercados que demandem produtos florestais e agropecuários sustentáveis.

O relatório mostra ainda que, para atingir essa meta, países devem adotar salvaguardas para proteger a biodiversidade do planeta e beneficiar comunidades locais e povos indígenas.

“Esperamos coerência do Brasil. Em Copenhagen, a Presidente Dilma Roussef – então ministra – anunciou as metas brasileiras de redução de emissões. Ao ser eleita, afirmou que iria manter sua palavra. No entanto, sua bancada de apoio, com anuência do governo, entrou em acordo com os ruralistas e aprovou até agora um péssimo texto para um novo Código Florestal, afirmou Rittl.

O Relatório Florestas Vivas usa o Modelo Florestas Vivas, desenvolvido pelo WWF pelo International Institute for Applied Systems Analysis (IIASA – Instituto Internacional de Análise Aplicada de Sistemas), para considerar diferentes cenários florestais para os próximos 50 anos, modificados por mudanças no padrão de alimentação, biocombustíveis, políticas de conservação e demanda por madeira e lenha. O relatório conclui que atingir desmatamento e degradação florestal zero até 2020 é possível se agirmos agora. E aponta ainda que se não tomarmos providências agora para aplicar o REDD+ para interromper o desmatamento, perderemos a oportunidade de manter o aumento da temperatura global em até 2oC. Chegar a um acordo sobre os elementos chave do REDD+ é crítico para salvar as florestas e o clima, conservar a biodiversidade e beneficiar o bem estar e os meios de vida das pessoas em todo o mundo.

Texto: WWF

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O Armazém da Cultura lança o livro A Lei Maria da Penha em Cordel

Uma das mais importantes conquistas da mulher brasileira, a Lei Maria da Penha, é transposta para a literatura de cordel por Tião Simpatia, por solicitação da cearense que dá nome à lei, Maria da Penha.

Nos versos do poeta, a Lei perde a sua sisudez oficial, mas não o seu rigor objetivo, pois os versos do cordelista explicam com leveza de rimas quanto podem ser pesadas as sanções penais para os que ousem violar a lei. No ritmo do cordel, a lei se abre à leitura de todos e todas, que por um ou outro motivo, não tenham acesso a matéria.

Ao contrário do que ocorre com as outras leis que, apesar de existirem efetivamente, são desconhecidas da população, a Lei Maria da Penha, pelo verso e voz dos cordelistas será popularizada através da edição do Armazém da Cultura, em parceria com o Instituto Maria da Penha.

Na ocasião haverá apresentação musical do cantor Tião Simpatia.

Serviço:
Data: 6 de dezembro de 2011, às 19 horas
Local: Livraria Cultura
Av. Dom Luis, 1010, Ljs. 8,9 e 10.
Fone: (85) 4008.0800
Editora: Armazém da Cultura

Preço de capa: R$ 15,00

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Inclusão de Pessoas com Deficiência é tema de oficina em Seminário do Instituto Ethos no Recife

Desconstruir a nossa imagem sobre a humanidade que pertencemos é o ponto inicial para se entender a deficiência. Com esse pensamento, a jornalista, escritora e fundadora superintendente da ONG Escola de Gente, Cláudia Werneck, ancorou a oficina “Inclusão de Pessoas com Deficiência” que aconteceu durante o Seminário Responsabilidade Social Empresarial e Direitos Humanos: Desafios e Oportunidades realizado pelo Instituto Ethos, na última segunda-feira (7/11), no Recife. Uma das salas do Auditório do Banco do Brasil do Bairro do Recife recebeu gestores dos três setores da sociedade para um bate-papo inclusivo e compartilhado sobre como encarar o desafio de incluir, de forma sustentável e sem discriminação, pessoas com especificidades físicas e mentais nas empresas.

Durante aproximadamente uma hora e meia questões como preconceito, acessibilidade e bullying foram apresentadas ao grupo por Cláudia Werneck dentro de um enredo simples e reflexivo sobre a necessidade de se quebrar paradigmas de convivência que nos foram apresentados desde a infância pelo atual modelo de sociedade em que vivemos. “Não conseguimos ver a espécie Homo Sapiens como ela realmente é. Por isso, construímos prédios, comunicação, eventos, histórias, formamos médicos tudo em função de uma humanidade que nunca existiu, ou existirá. Essa humanidade só vive o nosso delírio”, disse Werneck. Dentro desta perspectiva de irrealidade, a facilitadora norteou a oficina e objetivou afirmando que inclusão é trabalhar com seres reais, portanto, fora da ideia de humanidade desta sociedade. “Inclusão é não utopia”, destacou ela.

Para o representante do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, Geraldo Times, a oficina contribuiu para que os participantes percebessem que o tratamento das pessoas com especificidades físicas e mentais no ambiente de trabalho é uma revolução conceitual. “Precisamos evoluir os conceitos sobre a questão da acessibilidade e inclusão como um todo. O respeito a estas pessoas não deve ser apenas no momento da acessibilidade na arquitetura e engenharia, mas sim nas questões dos valores da vida e de humanidade”, disse ele.

Já a colaboradora da JBR Engenharia, Zolane Lopes, ressaltou a importância do olhar dos Direitos Humanos no ambiente empresarial. “Tendo a percepção dos Direitos Humanos, as perspectivas no âmbito empresarial aumentam muito. É não contratar só pelas cotas, é não só construir uma sala acessível como se estivesse tudo bem. A ideia é fazer pelas pessoas e não achar que devemos trazer aquela pessoa para o meu mundo, elas existem e este mundo não é meu. É o nosso mundo”, afirmou ela.

Confira as imagens da oficina

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